Por Mosheh ben Shalom   משה בן שלום 

      Não celebramos Revéillon, Carnaval, Quaresma, 'Páscoa', Festa Junina, Natal e tantas outras festas das consideradas cristãs; simplesmente por si entender, que de fato, são festividades que em seu berço, tem a mitologia pagã como vertentes primárias e que foram adotadas no ceio da igreja cristã, através de Constantino e outros imperadores romanos. Uma vez que recebemos à ordem do Eterno a não irmos de conformidade ao costumes das nações. Israel é privilegiado neste sentido, por receber do próprio Altíssimo como e quando Adorar seu Criador. Hashem (O Eterno Elohá Echad - Um), não precisa de ajuda de nenhuma religião no sentido de tomar emprestado suas formas  cultuais. Não, não podemos pegar emprestado uma celebração pagã, revestida de santidade, por vozes dissonantes que ganharam eco no túnel do tempo e que chegaram para nós como uma coisa comum (Não confundir comum com Normal). Normal pode não ser tão comum, normal é o que está de acordo com a Norma e nem sempre, isto é corriqueiro. O que quero dizer é:  Hashem tem normatizado como e quando ser adorado, mesmo isto hoje não sendo tão comum para você! 

 

O ETERNO É UM SENHOR DE MUITOS FERIADOS!

      A nação Israelita, recebeu muitos feriados nacionais, mais que qualquer outra nação existente. Hashem, gosta de festas e entende como Criador, que sua criatura tem e precisa descansar. Por outro lado, a criatura ainda (falo como em espécie), não compreendeu seu criador. Sempre colocando a usura e ganancia na frente, o homem tem repudiado seu direito de descansar, estabelecido pelo Soberano.

 

 

 

TEMOS MUITO O QUE COMEMORAR

 שבת - Shabat - Descanso Semanal 

- Celebramos  4 shabatot (sábados ao mês) sempre nos dias 8,15,22 e 29 do calendário Luni-solar, que tem a Lua nova - Dia Primeiro -  como cabeça da contagem (vide nosso artigo sobre o Shabat Lunar). Sendo assim, temos 4 shabatot ('sábados') em um mês,  que em 1 ano 4 x 12 = 48 shabatot ('sábados') ao ano (Shemot (Ex) 20:8,9):

"Lembra-te do yom ('dia') de שבת - Shabat, para separá-lo. Trabalharás seis yomim ('dias') e neles farás todos os teus trabalhos..."


 

ראש חודש , ROSH CHODESH - CABEÇA DO MÊS - INÍCIO DO MÊS - LUA NOVA

- Celebramos o início de cada mês bíblico, que acontece na lua nova (I Samuel 20:24). Isto me dá mais 12 inícios de mês ao ano, que equivalem a mais 12 feriados. Então, 48 descansos semanais agregados à 12 luas novas; já temos 60 motivos de comemoração dadas pelo Criador!  

 

  "...Quando chegou a festa da lua nova, o rei sentou-se à mesa"

 

 

ראש השנה , ROSH HASHANAH - LITERALMENTE  "CABEÇA DO ANO"
- Celebramos  o Ano novo em Avive (mês bíblico), que foi o mês da saída do povo de Israel do cativeiro egípcio:

"Neste dia do mês de abibe vocês estão saindo (do Egito)"   Shemot (Ex) 13:4

 

Assim foi-nos dado como 1º mês do ano (1º de Avive é ano novo gente!)....

 

"Este deverá ser o primeiro mês do ano para vocês" Shemot (Ex) 12:2

 

A halachá (ensinamento rabínico), instituiu o rosh hashaná (ano novo na Lua nova do sétimo mês que hoje, tem a alcunha no mundo ortodoxo de Tishirey - declinação direta de Tishiritu, que é o análogo babilônico para seu 7º mês. Qual a justificativa rabínica para este grande disparte, uma vês que Hashem ordena logicamente que o mês 1 (Avive) seja o rosh Hashaná (início do ano) e o judaísmo normativo o comemora no 7º mês que corresponde à Tishirey? A resposta é que para o rabinismo moderno Israel possui 2 calendários, um religioso e o outro cívico, secular. O religioso, começa em Avive e o cívico em Tishirey. No entanto, se olharmos  para a Torá (chumashi - Pentateuco), com olhos mais atentos perceberemos que  na realidade, Israel tem um só calendário e este abrange os dois aspectos, haja-vista que o calendário Israelita religioso, está intimamente ligado com o plantio. Todas as grande chagim (festas), são ligadas ao amadurecimento das colheitas e estas ligadas á Bikurim (Primícias). Desta maneira, importa dizer que, toda a vida secular dos filhos de Avraham (Abraão), estavam envolvidas com os festivais anuais e este com a adoração Israelita. Sendo assim, Israel te, pela Torá, um único calendário fundido e que comporta os dois  aspectos; tanto o cívico quanto o religioso. Estes são intrínsecos e dissociáveis). Guerra chalahica a parte, não computaremos rosh Hashaná como mais um feriado por ocorrer no dia 1, isto é, Lua Nova que já foram todas computadas acima. Então continuamos com 60 feriados no ano!

 

 

פסח - PÊSSACH - PULO, PASSAR POR CIMA

- Celebramos  o Pêssach (verdadeira Páscoa ) em 14 de Avive, comemorando o dia da independência do povo Eleito, Israel.

 

Shemot (Ex) 23:15:

"Celebrem a chag ha matzot (festa dos pães sem fer­mento); durante sete dias comam matzá (pão sem fer­mento), como ordenei a vocês. Façam isso na época determinada do mês de abibe, pois nesse mês vocês saíram do Egito"

 

Mais que olhar para o passado remoto dos nossos irmãos hebreus, também olhamos para um passado menos distante. Em Pêssach, comemoramos também a morte do Mashiach (Messias na corruptela), do Ungido. Yeshua, o nosso Mashiach, morreu exatamente em 14 de Avive (Lc 22:15):

 

"E disse-lhes Yeshua: Desejei ansiosamente comer esta Pessach ('Páscoa') com vocês antes de padecer"

 

Por este prisma, além de comemorar apenas a libertação de Israel do Egito, o que já é um tremendo milagre, comemoramos também, adjacentemente, a libertação da humanidade através do sacrifício expiatório de Yeshua haMashiach! Isto me dá mais 1 feriado ao ano e já somam-se 61 ao todo!

obs: Como o feriado de Pêssach coincide com o dia 15, que para nós sempre é um Shabat, só computaremos o dia 21, que é o final de chag ha matzot.  


 

שבועות - SHAVUOT - FESTA DAS SEMANAS

- Celebramos o 50º dia depois da Pêssach. Contamos sete semanas e no quinquagésimo dia, a festa de Shavuot (vulgo Pentecostes) Vaikrá (Lv) 23:15,16:


"A partir do dia seguinte ao shabat (Sábado), o dia em que vocês trarão o feixe da oferta ritualmente movida, contem sete semanas completas. Contem cinquenta dias, até um dia depois do sétimo sábado, e então apresentem uma oferta de cereal novo ao YHWH"

 

Nesta data, comemora-se (por tradição) a outorga dos 10 Mandamentos no monte Shinai e a profecia da restauração da cidade de Yerushalaym (Jerusalém), que aconteceu em 49 anos (7 semanas de anos, um Shavuot anual (Dn 9:25):

 

"Saiba e entenda que, a partir da promul­gação do decreto que manda restaurar e recons­truir Yerushalaym (Jerusalém) até que o Ungido, o príncipe, venha, haverá sete semanas (shavuot), e sessenta e duas semanas. Ela será reconstruída com ruas e muros, mas em tempos difíceis"

 

Não adentraremos na questão do Ungido Príncipe, o qual levara mais 62 semanas de anos para ser Consagrado, isto por não ser importante para o contexto festivo em que estamos estudando. Entendemos que Shavuot também aponta para a unção profetizada em Yo'el (Joel) 2:28:

 

"E, depois disso, derramarei do meu Ruach (Espírito) sobre todos os povos.  Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os velhos terão sonhos, os jovens terão visões. Até sobre os servos e as servas derramarei do meu Ruach (Espírito) naqueles dias"

 

Da mesma maneira, que o cumprimento desta mensagem está relatado em em Atos 2:1-4:

 

"Chegando o dia de Shavuot (Pentecoste), estavam todos reunidos num só lugar. De repente veio do céu um som, como de um vento muito forte, e encheu toda a casa na qual estavam assentados. E viram o que parecia línguas (idiomáticas) de fogo, que se separaram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Ruach ha Kódesh ('Espírito do  Santo') e começaram a falar noutros idiomas, conforme o Ruach (Espírito de YHWH) os capacitava"

Temos até aqui, 62 feriados estabelecidos pelo Criador, com grandiosos motivos que os "homens" (os líderes) vem incessantemente ignorando, pois criaram para si um falso calendário cívico e religioso, o qual reverenciam festividades oriundas no paganismo a quais foram disfarçadas pela "Igreja" como Santas. Sobre Isto, confira o que foi profetizado em Dn 7:25:

".... e cuidará em mudar as festividades (heb. Moedim - Tempos apontados) e a lei"

 

 

 

 יום תרועה - O DIA DA TROMBETA - LITERALMENTE, O DIA DO BRADO!

Celebramos, igualmente com tamanha devoção, O dia da Trombeta no 7º mês Bíblico, onde ocorrem 3 grandes festas estabelecidas pelo próprio Criador. Não sabia? Cobre de seu líder religioso, caso tenha um! A festa da trombeta ou melhor traduzido, festa do brado, encontra-se em Vaikrá (Lv) 23: 23,24:

 

"Disse o Yhwh a Mosheh: Diga também aos israelitas: No primeiro dia do séti­mo mês vocês terão um dia de descanso, uma reunião sagrada, celebrada com toques de shofar (trombeta)"

 

 O Yom Teruá ocorre na Lua Nova, o 1º dia do 7º mês Bíblico e é dentro da visão judaica, ensinado a abertura dos יָמִים נוֹרָאִים “Yamim Noraim” (Dias de Temor) até o Yom Kipur, o dia do veredito, o julgamento do Eterno sobre o povo o qual veremos logo a seguir. Outra implicação profética de Yom Teruá, é lembrarmos das setes trombetas do Juízo do Eterno apontadas em Ap. 8:2:

 

"Vi os sete Melachim (Mensageiros - anjos) que se acham em pé diante de Elohah; a eles foram dadas sete trombetas"

A partir do capítulo 8 e verso 6 apresentam-se os sete juízos trazidos pelas sete trombetas angelicais. 

 

obs; Como esta comemoração cai numa Lua nova, não soma-se para a contagem dos feriados; uma vez que já mencionamos anteriormente os 12 Rosh Chodeshím (Luas Novas). Estamos com 62 feriados anuais até aqui.  

 

 

יום כיפור - YOM KIPUR - DIA DO PERDÃO - DIA DO JUÍZO!

- Celebramos no dia 10  do 7º mês,  o grande Yom Kipur (Dia do Perdão). Neste dia no ano, o Criador julga-nos. Cada festividade tem sua importância e característica própria, pois sabemos que em Pêssach à exemplo, como é nítida os atributos  libertários do Eterno,  de como libertou não só o seu povo de Mitzraym (Terra das limitações - o Egito), mas também à humanidade, através do sacrifício de Yeshua, no mesmo dia de Pêssach milênios depois. Então presumimos que nesta data, temos um bom alinhamento para libertar-se de algo que nos escraviza;  daí o exemplo de não comer fermento, símbolo do pecado, por sete dias. Sete semanas depois, como já demonstrado, temos Shavuot que significa um amadurecimento espiritual,  uma vez, a partir desta data, o povo de Israel recebeu a Torá e também os Talmidim (discípulos) de Yeshua, receberam na mesma data, o Espírito para se entender e seguir a Lei da Torá.  Já em Yom Teruah - A Festa das Trombetas, anuncia que depois de 10 dias, virá o Yom Kipur - O Dia do Perdão.  Isso esta cronologicamente estabelecido como em Guilyana (Apocalipse). Do mesmo modo como acorre nas 3 festas do 7º mês, ocorre em Apocalipse. confira:

  

1ª FESTA DO 7º mês -  FESTA DAS TROMBETAS > anunciando os 10 dias temíveis, pois aponta para o Yom Kipur - Apocalipse começa justamente com as 7 Trombetas;

FESTA DO 7º mês - FESTA DO JUÍZO > Solenidade de Yom kipur - Dia do Juízo  -   Em Apocalipse, após as 7 trombetas, vêm exatamente, o Dia do Juízo;

FESTA DO 7º mês - FESTA DAS CABANAS  >   7 dias de festa com habitação em tendas, conhecida também como a Festa dos Tabernáculos -  Em Apocalipse, depois do Juízo do Eterno, as bodas do Cordeiro (festa nupcial que em Israel durava 7 dias), o Tabernáculo descerá onde o povo habitará em Shalom (paz), com seu Criador.  Voltando porém ao Yom Kipur, leremos Vaikrá (Lv) 23:27-29:

"Mas aos dez dias desse sétimo mês será o dia da expiação; tereis Mikrá Kodesh (santa convocação), e afligireis as vossas vidas;... naquele mesmo dia nenhum trabalho fareis, porque é o dia da expiação, para fazer expiação por vós perante o YHWH (Senhor) vosso Elohah..."
 

Neste dia, jejuamos 25 horas, meia hora antes do pôr do sol que se inicia e meia hora após o pôr do sol que finaliza, só por garantia. Confira:

"Shabat ha Shabaton (Sábado de descanso) vos será; então afligireis as vossas almas; aos nove do mês à tarde, de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso shabat"  Vaikrá (Lv) 23:32. Entendemos claramente que o jejum é a privação do desejo carnal, a carne deseja se alimentar e não damos o que ela pede. Desta forma, a maltratamos e afligimos-na. Neste solene dia, não a perfumamos como em outros dias. Nada de incisões ou cortes como tipos de flagelos; isto é inteiramente proibido na Torá.  Resumindo, temos festas comerias, festa de jejum, para dançar, para não dançar, para se alegrar e se entristecer. Isto faz parte da vida do homem e suas paixões. O Yom Kipur é um apontamento profético para o Grande dia do Juízo, que cairá sobre toda a humanidade! Por isso Shaul (vulgo Paulo), disse que as festas são sombra das coisas futuras; elas apontam para o que virá.  Neste caso, já temos 63 feriados institucionalmente, bíblicos;

 

 

 

סֻכּוֹת - SUCOT - CABANAS 
- Celebramos o no dia 15 deste mesmo 7º mês (5 dias depois do Dia do perdão), a festividade de Sucot - que em hebreu significa "cabanas" - traduzido comumente como "A festa das Cabanas" ou "A festa dos Tabernáculos" nas bíblias cristãs. Vaikrá (Lv) 23 :33,34:

 

"E falou o Yahueh a Mosheh, dizendo: Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo será a festa dos tabernáculos ao Senhor por sete dias. .....celebrareis a festa do Yahueh por sete dias; no primeiro dia haverá descanso, e no oitavo dia haverá descanso"  Levítico 23:33-39

 

Sucot é a festa para lembrar-nos dos 40 anos em quando Israel teve de habitar em tendas pelo deserto. Então, para que o povo de Israel nunca se esquecesse disso, desse castigo, todos os Israelitas por gerações perpétuas, terão que morar em cabanas por 7 dias, a partir do dia 15 do 7º mês, conforme já mencionado. Doravante tudo isto, não é apenas para os Israelitas. Esse festival também permite-nos olhar para o futuro, se si entender que aponta para o Tabernáculo, a Santa cidade que descerá dos Céus, onde haverá igualidade social Guilyana (Ap) 21:18, 21:

 

 

"E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro.... as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente"

 

Hoje em dia, nos igualamos socialmente por 7 dias, mas essa igualidade é para baixo, pois saímos de nossos lares, casas simples ou mansões e todos habitamos em tendas improvisadas, pobres de segurança e conforto, os quais estamos todos, tão acostumados. Imagine, tanto servos como reis em Israel, habitando em tendas. Isto é incrível não achas? Consegue vislumbrar o Rei David saindo de seu palácio, todos os anos, para ir morar em cabanas, como todo os israelitas? Saibas que isto aconteceu! Que grande lição o Criador nos dá não é mesmo? Só que este ato aponta para o equilíbrio social que ainda virá. No entanto, não será para baixo, mas o nivelamento social será para cima, pois o ouro, que é o metal mais nobre extraído pelo homem, será asfaltos para nossos pés; quando finalmente habitarmos na nova Yerushalaym (Jerusalém)! Para quem pensa que a festa das Cabanas é apenas trivial, existe uma passagem em Zc 14:16-19 que demonstra a fúria do Eterno, por conta do desprezo dos homens a esta festividade:

 

"E acontecerá que, todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrarem a festa dos tabernáculos (v.16)" ..."Este será o castigo do pecado dos egípcios e o castigo do pecado de todas as nações que não subirem a celebrar a festa dos tabernáculos (v.19) "

 

É sério né? Pois bem, temos então 63 feriados importantes para o cumprimento profético e escatológico. Por isso reafirmo, quem não compreende as festas bíblicas,nunca saberá ler as horas proféticas no relógio escatológico do Soberano. Israel marca a hora, não as nações! Bom, todos os feriados que celebramos estão ratificados na PALAVRA. Ainda que quase solitário, no entanto, o povo de Yahueh as celebra com anjos ao seu lado! Baruch Hashem! Bendito seja seu Nome YHWH!

obs; Como os 2 feriados de Sucot caem sempre nos dias 15 e 22, estes dias sempre são shabatot e por isso não serão computados.  

 

Além dos descansos para o homem, o Eterno ainda estabeleceu os descansos anuais para a terra. Após a entrada do povo na terra prometida, eles deviam trabalhar 6 anos a terra, a deixando descansar sempre no sétimo ano. Esta mitzvá (mandamento) só poderia vir mesmo do Criador, daquele que compreende a natureza e de como ela, a terra, depois de 6 longos anos de trabalho e provisão, necessita revigor-se.  Então, após a entronização do povo em Kenaan, a terra descansava sempre nos anos 7, 14, 21, 28, 35, 42, 49 e 50 também, pois este é o ano יובל Yovel (Jubileu). Nos Yovelim (Jubileus), além da terra descansar, os escravos eram libertos por seus senhores e as terras eram devolvidas aos donos originários. Esta justiça só poderia vir mesmo da Torá, uma instrução de cima para baixo. Ha Kadosh Baruch Hu! Halelu'yah!!!!!

 

"Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade?" Shaul (Paulo) aos Gálatas 4:16.

                                                                    "A Bíblia é uma legislação não uma Religião"  

                                                                                                                                             משה בן שלום -  Moshé ben Shalom

חגים

CHAGIM - FESTAS

 

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